GPAO, Grupamento de Paramédicos da PMERJ

O aumento do poder lesivo das armas e a preocupação em resgatar de forma rápida e segura os Policiais Militares feridos em ação, fizeram com que a PMERJ criasse o Grupamento de Paramédicos e Apoio Operacional / Resgate e Salvamento (GPAO) uma equipe treinada e destacada inicialmente do efetivo do BOPE, que já desenvolvia um trabalho semelhante.

Além do resgate, o GPAO também faz o acompanhamento de operações em áreas de risco, remoção de pacientes graves em qualquer parte do território fluminense para os hospitais da Corporação, presta apoio a exames físicos, solenidades e eventos da Polícia.

Atualmente a equipe dispõe de motocicletas e UTI’s móveis, além da aparelhagem necessária para a manutenção dos sinais vitais, oferecendo à vítima o suporte básico para o socorro. A maioria dos policiais militares integrantes da unidade sãos técnicos em enfermagem, que pasam por um curso de medicina hospitalar, com duração de 14 semanas. Após esse período tornam-se integrantes da equipe de salvamento. Além desse curso os paramédicos passam por instruções que simulam resgates na água, montanha e solo.

O resgate de feridos em favelas ainda é um obstáculo para o Grupamento. Ainda falta uma ambulância blindada para socorrer os feridos dentro das comunidades. Muitas vezes os policiais militares paramédicos não tem comoc hegar, pois ficam na linha de fogo. Se são chamados somente quando já existem vítimas, em vez de logo que é iniciada uma operação, o trabalho fica prejudicado.

Há um projeto de inauguração de uma base em Niterói e uma base na Zona Oeste, para ampliar a área de atendimento, que atualmente está restrita à parte central da cidade do Rio de Janeiro.

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